A Borboleta e o Mar da Solidão e do Medo

Uma reflexão sobre a solidão, o medo e a força necessária para mudar a direção da própria vida e reencontrar a luz.

INTELIGÊNCIA EMOCIONALAUTOCONHECIMENTO

Elaine S Rammos

8/14/20261 min read

A solidão, mesmo estando acompanhada, pode ser devastadora, como uma borboleta que cai em um mar profundo, escuro e enfurecido, com ondas enormes.

Mesmo podendo voar, essa borboleta não consegue, porque está presa no meio das ondas que a estão afogando.

E é assim que eu me sinto: querendo voar, mas não conseguindo, presa em um mar de medo, frustração, decepção e angústia.

O medo me sufoca tanto que mal consigo respirar.

É uma dor tão profunda que fico como se estivesse em um redemoinho, circulando ao redor dela.

Esse medo faz a vida parecer injusta, insustentável e incompreensível.

Mas a borboleta tem uma escolha. Em vez de lutar contra as ondas que vêm em sua direção, ela pode voar para cima.

E, mesmo que as ondas sejam maiores do que ela e ainda a arrastem para baixo, ela pode continuar voando para cima, se essa realmente for a sua decisão.

Até que, um dia, consiga sair desse mar revolto e encontrar novamente o brilho da luz do sol.

Porque o segredo para essa borboleta sair do estado em que se encontra é querer de verdade. É a sua força de vontade.

Muitas vezes, na vida, entramos nesse mar. Mas podemos escolher olhar para cima, olhar para a luz e continuar voando, até encontrarmos novamente o brilho do sol.

Basta mudar o foco do nosso voo e a direção que escolhemos seguir.

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